O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou em 2 de outubro a prisão preventiva de Marcos Paulo Fujarra de Oliveira, investigado pela morte de Bruno Hashimura San Juliano em Taubaté. A decisão foi noticiada pelo Vale 360 News após recurso do Ministério Público.

O bombeiro militar havia sido preso em flagrante em 30 de setembro e obtido liberdade provisória na audiência de custódia do dia 1º. O MP contestou a suficiência das medidas cautelares.

Recurso e decisão são etapas diferentes

A notícia do UOL publicada na manhã de 2 de outubro ainda informava que o recurso aguardava análise. A decisão posterior, descrita pela cobertura de 3 de outubro, alterou esse cenário. As duas versões correspondem a momentos distintos do processo.

A liminar foi atribuída à desembargadora Gilda Alves Barbosa Diodatti, da 15ª Câmara de Direito Criminal. A reportagem também informou ressalva ao cumprimento da ordem em razão das regras do período eleitoral. Assim, ordem de prisão não equivale à confirmação de que o mandado já foi executado.

A defesa sustenta legítima defesa. A prisão preventiva é cautelar e não representa condenação pelo homicídio. A matéria não informa execução do mandado nem resultado definitivo do processo sem atualização que confirme essas etapas.

Fontes consultadas

UOL — publicação de referência

Vale 360 News — decretação da prisão preventiva